So i write out,
I write "out loud"
I'm just one 'motherfucker' writing proud.

domingo, 14 de novembro de 2010

Deixa-me introduzir-te ao meu novo mundo,
Pega na minha mão sem pensares várias vezes e faz o teu suicido,
Contigo não vou à LA , vou apenas a uma linda paisagem
Não preciso de uma mão cheia, apenas desta tua passagem
Mas , eu sei o que está errado
Eu sei o que precisa
Eu sei que vai valer apena
Na minha mente a tua voz sussurra
Lembra-te do primeiro sorriso
Naaaa, só preciso do teu olhar
Enquanto encantava o nosso luar
Bora, vamos continuar a ouvir a canção,
Sem ela nada faz sentido como antes
Apenas só te quero dizer que …


Deixa-me abraçar-te
Deixa-me abraçar-te como nunca abracei ninguém
Saber que estás aqui durante o momento
Sei que não vais fugir dele e vais estar aqui comigo
Portanto deixa-me abraçar-te e dizer-te que preciso de ti
Dizer apenas um amo-te vindo do coração
Sem nenhuma contradição
Pois sem ti não existe encanto,
É uma exclamação
Neste meu portanto
Deixa-me abraçar-te


Depois de tantas guerras e jogos
Eu estou aqui perante os teus erros
Errar é humano e sabemos todos isso,
Esquece o passado, lembra-te do presente
Foi tudo complicado mas sabemos que somos capazes de fazer melhor que isto
Consegui-mos ser Bonnie e Clyde, Romeu e Julieta, namorada e namorado
Não precisamos nada disso, só precisamos de ser tu e eu, eu e tu
Deixa-me abraçar-te e dizer que ainda preciso de ti,
Dizer-te que as estrelas ainda favorecem
E o tempo ainda corre, sem as nuvens saberem o seu sentido
Portanto, estou a chegar ao sentido
Dizendo isto do coração, nada disto pode ser plena escuridão
Nada foi em vão, tem de ser esta a canção


Deixa-me abraçar-te
Deixa-me abraçar-te como nunca abracei ninguém
Saber que estás aqui durante o momento
Sei que não vais fugir dele e vais estar aqui comigo
Portanto deixa-me abraçar-te e dizer-te que te amo
Pois sem ti não existe encanto
Deixa-me abraçar-te


Quero dizer que podes contar comigo
Ainda podes chamar-me de anjo
Não é um novo começo, não precisamos
Sabemos o que somos
Abraça-me, só eu sei o que precisas
Só eu sei o que necessitas
O mundo lá de fora cada vez está irreal
Abraça o real
Abraça-me e esquece o choro e a tristeza
muda o rumo
Não precisas da vela nem do cordão,
Do barco ou do clarão,
Apenas a continuação
Aquela que deixas-te posta de lado e que não aceitavas
Eu sei que … me queres abraçar de novo, nem que seja pela última vez


E dizeres: só preciso de ti


Deixa-me abraçar-te
Deixa-me abraçar-te como nunca abracei ninguém
Saber que estás aqui durante o momento
Sei que não vais fugir dele e vais estar aqui comigo
Portanto deixa-me abraçar-te e dizer-te que preciso de ti
Dizer apenas um amo-te vindo do coração
Sem nenhuma contradição
Pois sem ti não existe encanto,
É uma exclamação
Neste meu portanto
Deixa-me abraçar-te


(3x) deixa-me abraçar-te


(8)

.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Ao longo da vida

Ao longo da vida conhecemos pessoas, travamos amizades, cativamos inimigos, afastamos amigos. Percorremos um trajecto curvilíneo com poucas rectas e coberto de descobertas, e é no relembrar das velhas convivências que temos pura consciência de que o ser humano só da valor as coisas quando as perde, mas o tempo passa, passa não! Corre, e tudo o que acabou é agora relembrado mutuamente com o fugir do tempo.

As coisas mudam e é esse o dilema, é essa a macula.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Algo

tenho saudades. saudades daquelas que vagueiam, mas não sei o seu significado. sinto falta , mas tanta falta daquele algo e nunca sei o que é. nunca sei o que me falta, nunca sei se é amor ou/e da minha cara metade. os tempos mudam rapidamente e pensamos ter o chão, a terra e os céus na nossa palma da mão, mas nunca, nunca esteve e nunca vai estar. sinto falta daqueles beijos serenos, das festas pela cabeça, sinto falta da cumplicidade enorme, sinto falta de afecto, sinto falta do amor, mas sinto falta do algo. não encontro significado desse algo e acho que agora , e nem daqui a alguns dias , meses e poucos anos, saberei, certo, certo é não saber o dia de amanhã. sinto falta, e não sou de sentir falta, mas tenho falta, falta da mão dada